Por que existe o sofrimento?

Muitas pessoas veem os resultados do mal, com suas misérias e desolação, e questionam como ele pode existir no reino de um Deus infinito em sabedoria, poder e amor. Aqueles que estão dispostos a duvidar, utilizam isso como desculpa para rejeitar os ensinos da Bíblia. A tradição e a interpretação errônea têm obscurecido o ensino da Bíblia sobre o caráter de Deus, a natureza de Seu governo e a maneira como Ele trata com o pecado.

É impossível explicar a origem dos sofrimentos humanos de modo a dar a razão de sua existência. Apesar disso, pode-se compreender o suficiente sobre a origem e término do pecado, a fim de que seja percebida a justiça e bondade de Deus. Ele não é, de modo algum, o responsável pelo surgimento do pecado. Ele não retirou arbitrariamente Sua graça, nem houve qualquer imperfeição em Seu governo, para dar motivo à rebelião. O pecado é um intruso, e não pode ser oferecida razão alguma para sua existência. Desculpá-lo significa defendê-lo. Se fosse possível encontrar uma justificativa para ele, deixaria de ser pecado. O pecado é a atuação de um princípio contrário à lei do amor, que é o fundamento do governo divino.

Antes da manifestação do mal, havia paz e alegria por todo o Universo. O amor a Deus era supremo, e era imparcial o amor de uns para com os outros. Cristo era um com o eterno Pai em natureza, caráter e propósito – o único que poderia entrar nas decisões e propósitos de Deus. “NEle foram criadas todas as coisas nos céus e na Terra, as visíveis e as invisíveis, sejam tronos ou soberanias, pode­res ou autoridades; todas as coisas foram criadas por Ele e para Ele” (Colossenses 1:16).

Sendo que a lei do amor é o fundamento do governo de Deus, a felicidade de todas as criaturas dependia de sua perfeita harmonia com os princípios de justiça dessa lei. Deus não tem prazer na submissão forçada, mas concede a todos o poder da escolha, para que possam prestar-Lhe obediência voluntária.

Houve, porém, alguém que preferiu deturpar essa liberdade. O pecado se originou com aquele que, depois de Cristo, havia sido o mais honrado por Deus. Antes do pecado, Lúcifer era o primeiro dos querubins guardiões, santo e incontaminado. A respeito dele, Deus afirma: “Você era o modelo da perfeição, cheio de sabedoria e de perfeita beleza. Você estava no Éden, no jardim de Deus; todas as pedras preciosas o enfeitavam […]. Você foi ungido como um querubim guardião, pois para isso Eu o designei. Você estava no monte santo de Deus e caminhava entre as pedras fulgurantes. Você era inculpável em seus caminhos desde o dia em que foi criado até que se achou maldade em você. […] Seu coração tornou-se orgulhoso por causa da sua beleza, e você corrompeu a sua sabedoria por causa do seu esplendor. […] Você pensa que é sábio, tão sábio quanto Deus” (Ezequiel 28:12-15, 17, 6). “Você, que dizia no seu coração: Subirei aos Céus; erguerei o meu trono acima das estrelas de Deus; eu me assentarei no monte da assembleia, no ponto mais elevado do monte santo. Subirei mais alto que as mais altas nuvens; serei como o Altíssimo” (Isaías 14:13, 14).

Ao cobiçar a honra que o infinito Pai havia concedido a Seu Filho, esse chefe dos anjos aspirou ao poder que pertencia somente a Cristo. Naquele momento, uma nota dissonante desfez a harmonia celestial. Na mente dos anjos, para quem a glória de Deus era suprema, a exaltação própria era um prenúncio de grandes males. Nas reuniões celestiais, todos argumentavam com Lúcifer. O Filho de Deus lhe apresentava a bondade e justiça do Criador e a natureza sagrada de Sua lei. Ao afastar-se dela, Lúcifer desonraria seu Criador e traria ruína sobre si mesmo. Mas as advertências apenas despertavam atitude de resistência. Lúcifer permitiu que prevalecesse sua inveja em relação a Cristo.

O orgulho alimentou o desejo de supremacia. As honras concedidas a Lúcifer não despertavam gratidão para com o Criador. Ele desejava ser igual a Deus. Porém, o Filho de Deus era o reconhecido Soberano do Céu, igual ao Pai em autoridade e poder. De todas as reuniões divinas, Cristo participava, mas não era permitido a Lúcifer penetrar no conhecimento dos propósitos divinos. “Por quê”, perguntava o poderoso anjo, “deveria Cristo ter a supremacia? Por que Ele é honrado acima de mim?”

Descontentamento entre os anjos – Ao deixar a presença de Deus, Lúcifer saiu difundindo o descontentamento entre os anjos. Ele agia de maneira dissimulada e escondia seu verdadeiro propósito aparentando ter reverência a Deus. Também esforçava-se em provocar insatisfação pelas leis que governavam os seres celestiais, insinuando que elas impunham uma restrição desnecessária. Sendo que os anjos possuem uma natureza santa, Lúcifer insistia em que eles deveriam obedecer unicamente sua consciência. Pensava que Deus o tratara de maneira injusta ao conceder honra suprema a Cristo. Lúcifer alegava não pretender a exaltação própria, e sim liberdade para todos os habitantes do Céu, a fim de que pudessem alcançar condição mais elevada de existência.

Deus tolerou Lúcifer durante muito tempo. Não foi rebaixado de sua posição elevada, nem mesmo quando começou a apresentar suas pretensões diante dos anjos. Inúmeras vezes lhe foi oferecido o perdão, com a condição de que se arrependesse e abandonasse seu orgulho. Esforços, que apenas o amor e a sabedoria infinitos poderiam conceber, foram feitos para convencê-lo de seu erro. O descontentamento nunca antes havia sido conhecido no Céu. Inicialmente, nem o próprio Lúcifer compreendeu a verdadeira natureza de seus sentimentos. Depois de ser mostrado a ele que sua insatisfação era sem motivo, convenceu-se de que as reivindicações divinas eram justas e de que deveria reconhecer esse fato diante de todos os habitantes do Céu. Se Lúcifer tivesse feito isso, poderia ter salvo a si mesmo e a muitos anjos. Caso houvesse desejado voltar a Deus, satisfeito por ocupar o lugar a ele designado, teria sido reintegrado em seu cargo. Mas o orgulho o impediu de submeter-se. Continuou a pensar que não necessitava se arrepender, e entregou-se por completo ao grande conflito contra o Criador.

Todas as habilidades de sua mente brilhante foram então dedicadas ao engano, a fim de conseguir a simpatia dos anjos. Satanás simulou haver sido julgado de forma errada, e disse que os demais desejavam privá-lo de sua liberdade. Depois de interpretar de maneira equivocada as palavras de Cristo, passou à falsidade aberta, acusando o Filho de Deus de tentar humilhá-lo diante dos habitantes do Céu.

Inúmeras vezes lhe foi oferecido o perdão, com a condição de que se arrependesse e abandonasse seu orgulho.

A todos aqueles que Lúcifer não pôde corromper e levar para o seu lado, ele acusou de ser indiferentes aos interesses dos seres celestiais. Representou com falsidade o Criador. Era sua tática deixar os anjos perplexos ao utilizar argumentos enganosos a respeito dos propósitos divinos. Tudo o que era simples ele envolvia em mistério, e por meio de astuta perversão lançava dúvida às mais claras afirmações de Deus. Seu elevado cargo dava maior força às alegações. Muitos foram induzidos a se unir a ele na rebelião.

A desafeição torna-se aberta revolta – Deus, em Sua sabedoria, permitiu a Satanás continuar sua obra, até que a atitude de desafeição amadurecesse e se tornasse uma visível revolta. Era necessário que seus planos fossem completamente desenvolvidos, para que seu verdadeiro caráter fosse visto por todos. Lúcifer era grandemente amado pelos seres celestiais, e sua influência sobre eles era forte. O governo de Deus incluía não somente os habitantes do Céu, mas de todos os planetas que Ele havia criado. Por isso, Satanás pensou que, se pudesse levar à rebelião os anjos do Céu, poderia também levar outros mundos. Utilizando sofismas e mentiras, ele tinha grande poder para enganar. Mesmo os anjos fiéis não podiam discernir perfeitamente seu caráter ou ver quais seriam as consequências daquilo.

Satanás havia sido tão honrado, e todos os seus atos eram tão misteriosos, que era difícil aos anjos desvendar a verdadeira natureza de suas ações. Antes que tivesse um desenvolvimento completo, o pecado não pareceria o mal que em realidade era. Seres santos não eram capazes de perceber as consequências de desprezar a lei divina. Inicialmente, Satanás havia alegado estar promovendo a honra de Deus e o bem de todos os habitantes do Céu.

Ao lidar com o pecado, Deus poderia utilizar somente a justiça e a verdade. Satanás podia fazer uso daquilo que Deus não usaria: lisonja e engano. O verdadeiro caráter do usurpador deveria ser compreendido por todos. Seria necessário tempo para que ele mostrasse quem realmente é através de suas más ações.

Satanás atribuiu a Deus a discórdia que o seu próprio procedimento havia causado no Céu. Ele declarou que todo o mal era provocado pela maneira como Deus administrava o Céu. Por isso, era necessário que Satanás demonstrasse suas verdadeiras pretensões, ao revelar as consequências das mudanças propostas na lei de Deus. Suas próprias ações deveriam condená-lo. Todo o Universo deveria ver o enganador desmascarado.

Mesmo quando foi decidido que Satanás não poderia mais permanecer no Céu, a Sabedoria infinita não o destruiu. A submissão das criaturas de Deus deve ser motivada pela convicção a respeito de Sua justiça. Os habitantes do Céu e de outros mundos, estando despreparados para compreender as consequências do pecado, não perceberiam a justiça e a misericórdia de Deus caso Ele destruísse Satanás. Se este fosse destruído imediatamente, os outros teriam servido a Deus por medo em vez de amor. A influência do enganador não teria sido completamente extinta, e nem eliminada a atitude de rebelião. Para o bem do Universo através das futuras eras, Satanás deveria desenvolver plenamente suas intenções, para que todos os seres criados pudessem perceber corretamente as acusações dele contra o governo divino.

A rebelião de Satanás deveria ser para o Universo um testemunho a respeito dos terríveis resultados do pecado. Seu governo mostraria quais os frutos de se rejeitar a autoridade divina. A história dessa terrível experiência de rebelião deveria ser um meio de proteção permanente a todas as criaturas, livrando-as de cometer pecado e sofrer o castigo por ele.

Quando foi anunciado que, juntamente com todos os simpatizantes de Satanás, ele deveria ser expulso das habitações celestiais, o líder dos rebeldes confessou ousadamente seu desprezo pela lei do Criador. Denunciou os estatutos divinos como restrição à sua liberdade e declarou que seu objetivo era conseguir a abolição dessa lei. Livres dessa restrição, os anjos poderiam alcançar condição de existência mais elevada.

Banidos do Céu – Satanás e suas hostes lançaram a culpa de sua rebelião sobre Cristo. Afirmaram que, se não houvessem sido censurados, não teriam se rebelado. Eram obstinados e arrogantes, ao mesmo tempo que, blasfemando, pretendiam ser vítimas inocentes do poder opressor. Em resultado disso, o grande rebelde e seus seguidores foram banidos do Céu (veja Apocalipse 12:7-9).

A atitude de Satanás ainda inspira a rebelião na Terra, entre os desobedientes. Assim como ele, muitos pretendem que os seres humanos alcançam liberdade ao transgredir a lei de Deus. A reprovação ao pecado ainda desperta ódio. Satanás leva as pessoas a justificar-se e a procurar o apoio de outros em seu pecado. Em vez de corrigirem seus erros, indignam-se contra aquele que aponta os erros, como se fosse ele a causa do problema.

Assim como, no Céu, Satanás representou de maneira distorcida o caráter de Deus, fazendo com que Ele fosse considerado severo e tirano, Satanás induziu a humanidade a pecar. Declarou que as injustas restrições de Deus haviam levado o ser humano à queda, assim como determinaram sua própria rebelião.

Banindo Satanás do Céu, Deus demonstrou Sua justiça e honra. Entretanto, quando o ser humano pecou, Deus ofereceu uma prova de amor, entregando Seu Filho para morrer pela raça pecadora. Em Cristo, o caráter de Deus é revelado. O poderoso argumento da cruz demonstrou que o governo de Deus não era a causa do pecado. Durante a vida terrestre do Salvador, o grande enganador foi desmascarado. Sua pretensão, ousada e blasfema, de que Cristo deveria adorá-lo (veja Mateus 4:8-10), a contínua maldade que atacava Jesus de um lugar a outro, inspirando o coração de sacerdotes e povo a rejeitar Seu amor, e o brado: “Crucifica-O! Crucifica-O!” – tudo isso despertou o assombro e a indignação do Universo. O príncipe do mal exerceu todo o seu poder e engano para destruir Jesus. Satanás utilizou seres humanos como seus agentes, a fim de encher de sofrimento e tristeza a vida do Salvador. Os fogos da inveja e maldade, ódio e vingança, irromperam na cruz contra o Filho de Deus.

Na cruz, a culpa de Satanás foi claramente apresentada. Ele revelou seu verdadeiro caráter. Suas mentirosas acusações contra o caráter de Deus apareceram como realmente são. Ele havia acusado a Deus de exaltar a Si mesmo ao requerer obediência de Suas criaturas, e declarara que, embora o Criador exigisse abnegação de todos os outros, Ele próprio não a praticava e não fazia sacrifício algum. Na morte de Cristo, foi visto que o Governante do Universo havia realizado o máximo sacrifício que o amor poderia efetuar, pois “Deus em Cristo estava reconciliando consigo o mundo” (2 Coríntios 5:19). Cristo, a fim de destruir o pecado, humilhou-Se e foi obediente até a morte.

Em favor do ser humano – Todo o Céu viu a justiça de Deus revelada. Lúcifer havia declarado que a raça pecadora estava além da possibilidade de salvação. Mas a penalidade da lei recaiu sobre Jesus, que era igual a Deus, permitindo ao ser humano aceitar a salvação e, através de arrependimento e humildade, triunfar sobre o poder de Satanás.

Mas não foi meramente para salvar o ser humano que Cristo veio à Terra e aqui morreu. Ele veio para demonstrar a todos os mundos que a lei de Deus é imutável. A morte de Cristo prova que ela não pode ser modificada e demonstra que a justiça e a misericórdia são o fundamento do governo de Deus. Na execução final do juízo, será visto que não existe motivo para o pecado. Quando o Juiz de toda a Terra perguntar a Satanás: “Por que você se rebelou contra Mim?”, o originador do mal não poderá apresentar resposta alguma.

No grito agonizante do Salvador na cruz – “Está consumado!” – soou a sentença de morte de Satanás. O grande conflito foi resolvido naquele momento, a eliminação definitiva do mal se tornou certa. “Vem o dia, ardente como uma fornalha. Todos os arrogantes e todos os malfeitores serão como palha, e aquele dia, que está chegando, ateará fogo neles, diz o Senhor dos Exércitos. Não sobrará raiz ou galho algum” (Malaquias 4:1).

Deus ofereceu uma prova de Seu amor, entregando Seu Filho para morrer pela raça pecadora.

 

O mal jamais se manifestará outra vez. A lei de Deus será honrada como a lei da liberdade. Criaturas provadas nunca mais se desviarão da fidelidade Àquele cujo caráter foi manifestado como expressão de amor ilimitado e infinita sabedoria.

 

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  1. EDNILSON

    EU VI NA DETHAI NOTE MEGNOI TUDO SOBRE ISSO ONTEM



  2. Rebbeka visievisk costa e santos

    quando pecamos!Agente pensa?



  3. Rebbeka visievisk costa e santos

    o fim do mundo existe porque somos pecadores?



  4. Roberio

    Deus e maravilhoso eu afirmo e tenho certeza que a suas misericordias estão sobre nossas vida e creio que ate mesmo quando não entendemos elas não cessarão.Mas e necessário aceitarmos o escape proposto por Deus em Jesus Cristo.Meu irmão Alek a logica de Deus e perfeita,vejo na própria criação as coisas tomarem uma forma e acredito como você que em algum momento foi necessário algo que fizesse estes montes de átomo se ajuntarem e tomarem forma foi necessário o verbo haja e houve e viu Deus que era bom.talvez a vontade de estar aqui não foi sua mas do varao no caso teu pai e tenho certeza que você tem uma enorme satisfação de estar curtindo a vida e se por acaso,vamos fazer uma hipótese dependese de você,tambem aceitaria a condição de estar aqui. Os nobres homens da Física diz comprovadamente que o universo resultara em nada nao so física mas tam
    bém a Geometria a Matematica em fim as ciências e a própria bíblia tambem diz que os céus se enrolaram. e eu creio que sera assim,mas a minha esperança e que o Deus e pai de nosso senhor Jesus Cristo prometeu e ele e fiel para cumprir: Não se turbe o vosso coração credes em Deus credes também em mim.na casa de meu Pai ha muitas moradas;se não fosse assim,eu vo-lo teria dito,pois vou prepara-vos lugar.
    na verdade o livre arbítrio nos foi dado tanto para o bem quanto o mal e acredito que temos consciência para decidir.



  5. Bhaltazar

    Meros mortais… Ainda associando Deus as religioes, as religioes nao sao obras divinas, foram os humanos os criadores de tais, no intuito de controlar as massas. E hoje em dia são usadas para separar-nos da verdadeira realidade, a de que somos todos pecadores, e nao merecemos o perdão. Mas isso só as mentes mais evolidas conseguem pensar por si só, e consequentemente livrar-se de lavagens cerebrais empreguinadas em nossas mentes a milenios de existencia.



    1. Débora para Bhaltakar

      Em relação a religião é uma opção sua pensar o que quiser a respeito. Mas estou preocupada com sua relação com Ele. Você precisa procurar mais por nosso pai, perguntar a Ele o que Ele pensa a respeito disso tudo.
      Eu sei exatamente como você se sente. Autossuficiente, né? Talvez você ainda não tenha percebido que a mente de Deus não funciona de acordo com a nossa. Ele te ama acima de todas as coisas, é rico em amor e misericórdia, não tenha dúvidas disso. E quando falo de amor não falo de um sentimento egoísta que um ser humano pode sentir por outro. Falo de um amor divino e perfeito que está a seu alcance.
      Se cuida. ^.~



  6. alek

    sem mentira nenhuma eu gostei muito do texto, explicou muita coisa que nenhum pastor ou padre já me havia explicado, porém sinceramente existem coisas que o meu pequenino cérebro não consegue entender e acho que morrerei sem entender, pois vejamos, por um pequeno intervalo de tempo vamos esquecer o lado espiritual do universo, pois como criaturas humanas e “lógicas” vamos nos basear somente no que conhecemos de verdadeiro e concreto sem necessitar por um momento da fé, pois bem com base de argumentação em nossa base lógica humana é que vos digo cheguei a conclusão a +ou- 01 ano atrás realmente da existência definitiva de um Deus Criador, ex: neste exato momento nós podemos olhar ao nosso redor e vermos cadeiras, mesas o computador e etc, produtos manufaturados feitos por um criador no caso o ser humano, nenhum destes materiais surgiu do nada, houve um criador, ora de posse de uma observação simples como está vem a um grau infinitamente superior a constatação de que para se ter criado o universo é lógico definitivamente de se pensar que houve um criador, pois estas mesmas coisas todas elas possuem um inicio, meio e fim seja em vida útil ou em proporções físicas, neste mesmo contexto é que volto a dizer meu pequenino cérebro não consegue conceber algo que não tenha fim seja em vida útil ou em proporções físicas, ex: quartos, salas, casas, ruas, bairros, cidades, estados, países, continentes, planetas e/ou universos, com exceção do último todos os anteriores são bem definidas suas limitações geográficas, agora como definir o universo sem fim ou melhor/pior tem fim e depois dele, baseado em perguntas lógicas e humanas é que afirmo diante de todos estes fatos, os ateus em nem acreditarem em um deus são os seres mais idiotas que eu tive a oportunidade de conhecer inúmeros e inclusive de ser infelizmente um deles, pois além de tudo o que já foi dito, digo a título de ilustração: sou programador de 08 linguagens de computador diferentes e em todas elas são escritas em códigos, o homem pode perfeitamente manipular a madeira, o metal e etc para dar forma, cor, tonalidade mas não para mudar a sua origem natural: ou seja uma madeira se comportar como metal e vice-versa, porque, simples as características de toda a natureza inclusive o homem são escrita em um código o DNA de todas as coisas do universo e este código meu amigo pela perfeição organizacional, onde até a imperfeição das coisas são matematicamente explicadas como no caso as leis de kepler são um exemplo prático disso, é que digo se a maçonaria fosse criada no século 21 não o chamariam de o grande arquiteto e sim o grande programador, pois tudo é código, e o que peço a todos vocês que lerem este comentário e conhecerem um ateu assim como eu já fui um dia, use como base de argumentação essas coisas simples acima citadas para que ao menos eles passem a ver definitivamente a existência de Deus; porém agora vem o outro lado da moeda mais uma vez fazendo-se valer da lógica humana não vamos se quer entrar na questão de quem criou Deus e simples e puramente se tudo necessita de um criador, ponto 1: não há provas lógicas que existe somente um (ainda mais se consideramos a perfeição de tudo) filmes lógicos para tal ambiente simulados de inteligência artificial (13° andar) de 1999, como programador, tudo é código baseado na própria lógica humana o que nos garante que tudo o que fazemos já não o é pré-determinado como um código pré-definido ex: jogos de computador onde a “vontade” do personagem na tela do jogo é a vontade do jogador em si com os controles (age of empires, rise of nations, etc; ponto 2: mesmo se considerarmos a existência de um só criador como nos diz a bíblia, (lembrando que a teoria da criação do universo como os cientistas descrevem através de uma grande explosão em momento algum contradiz a bíblia pois em gênesis diz e houve a luz, simplesmente eles não dizem quem a criou mais uma vez em termos lógicos é como acender o palito de fósforo mas quem o acendeu, eles só viram a luz e não viram quem o acendeu, o mesmo vale para teoria evolucionária, hora se tudo é código é perfeitamente lógico de se pensar que um ótimo “programador” como Deus já provou ser estabelecer critérios de evolução matemática, simples, ex: ao digitar textos no computador ele os grava para serem usados mais tarde se auto completa frases para lhe ajudar a não perder tempo, em outras palavras códigos escritos para a maquina se adaptar a você ou nós ao meio ambiente e por aí vai em infinitos exemplos), voltando a existência de um só criador, se tal fato for considerado e considerarmos que o mesmo é o único ser perfeito criador de tudo é também lógico de se pensar que o mesmo sabe antecipadamente de tudo desde o inicio de tudo, onipresente onisciente e onipotente, significando dizer mais uma vez na lógica humana que ele sabe antecipadamente de tudo inclusive deste texto; ponto 3: baseado nos dois pontos anteriores é que cheguei em um paradoxo, e por favor se alguém puder me ajudar logicamente eu sinceramente agradeço, pois se Deus sabe o porque de todo o mal, pois não é lógico de se pensar que Deus sabendo que na criação de lúcifer ele saberia antecipadamente que o mesmo seria a origem de todo o mal, ou seja para que cria-lo, para depois da criação e do julgamento sacrificar trilhões (ou mais desde o inicio dos tempos) de vidas humanas e seres espirituais de formas inimagináveis, por causa da criação e da não destruição imediata logo depois da criação deste único ser causador de todo o mal, é totalmente não lógico, sem falar que em momento algum que eu tenha consciência pedi para participar de tal evento e sem falar de cara que para que Deus precisa de nós ou de outros seres, infelizmente só consigo sempre chegar na mesma conclusão: JOGO!, pois regras impraticáveis para muitos, um ser que vive a cercar e perturbar a mente dos homens e se não segui-lo você têm o livre arbítrio de ir para o inferno, por ações de uma vida infinitamente curta em relação ao sofrimento desmedido de uma eternidade, só com a fé mesmo pois pela lógica humana não a lógica nenhuma, e da mesma forma que há lógica em certas partes da bíblia existe também partes sem lógica, pois irmãos que puder e quiser me ajudar a encontrar o caminho da fé sem tanta lógica que é o meu sofrimento e me ajudar eu agradeço.



    1. Débora para Alek

      Uma pessoa de quem eu gosto muito pode te ajudar. O nome Dele é Jesus. Peça ajuda a ele para encontrar o caminho certo, ele não vai te negar apoio. Leia o livro A grande esperança, vai te animar assim como me animou, acho que você consegue baixar na net. Fique com Deus. E lembre-se de pedir ajuda a Ele. O link:
      http://www.4shared.com/office/9j6JPEfH/A_Grande_Esperana.htm



  7. guilherme-mormom

    Parabens pelo texto, vou guardar uma copia, foi profundo. Mas vc é mormom? vc estudou livros apocrifos? de onde tirou tanto conhecimento? esses conhecimentos aprofundados sobre a preexistencia eu só conheci na igreja mormom, nas outras é bem pouco, e confusa. por favor, se for mormom, responde no meu email, gostaria de obter mais conhecimentos com vc, e compartilhar minhas descobertas e estudos aprofundados sobre as realidades espirituais. muito obrigado pelo texto, foi edificante, e estou impressionado como é correto, e cheio de principios, que só uma vida muito correta, e revelação podem proporcionar.



    1. irmão leitor

      Guilherme, sugiro o site http://www.ellenwhitebooks.com/

      Em “escolha um livro”, clique em HISTÓRIA DA REDENÇÃO.

      Em outra oportunidade, clique em PATRIARCAS E PROFETAS.

      Os primeiros capítulos desses livros contribuirá para a compreensão do momento anterior à queda de Adão e Eva.



      1. veralucia

        AS PESSOAS ESTÃO SOFRENDO ……..PORQUE FALTA EM SUAS VIDAS O AMOR DE DEUS QUE É O SENHOR JESUS .POIS JESUS E A SOLUÇÃO PARA TUDO ELE E O DEUS DOS IMPOSSIVEIS ..ELE MESMO NOS DIZ CLARAMENTE NO MUNDO TEREIS AFLIÇÕES, MAS TENDES BOM AMINO POIS EU VENCI O MUNDO AMEM



    2. débora

      A grande esperança se chama esse livro. Se quiser ler mais, baixe na internet. tenho certeza que você, assim como eu, vai se maravilhar com a grandiosidade de nosso Deus. Que você possa continuar estudando e se edificando mais e mais com uma base sólida e uma cabeça esclarecida. Fique com nosso Pai celeste.



  8. irmão leitor

    Acabei de ler, e lembrei que o assunto havia sido apresentado neste blog.
    (Comentários de EGW Sobre a Lição da Escola Sabatina, págs. 47 e 48, 09.08.2011) Permitam-me, pois creio que enriquece o artigo:
    “Deus dez os homens Seus mordomos, e não deve ser responsabilizado por sofrimento, miséria, nudez e falta de humanidade… (os homens) não têm desculpa por reterem de seu próximo a ajuda que Deus pôs em seu poder para oferecer, e Deus é desonrado, seu caráter é mal interpretado por Satanás e Ele é representado como juiz severo que faz vir o sofrimento sobre as criaturas que criou. Essa deturpação do caráter de Deus é apresentada como verdade e, portanto, pela tentação do inimigo, o coração dos homens é endurecido contra Deus. Satanás acusa Deus do mal que ele próprio levou os homens a cometer quando recusaram o auxílio àqueles que sofrem. Ele atribui a Deus suas próprias características… É a infidelidade humana que provoca o sofrimento em que a humanidade está mergulhada” (Review and Herald, 26.06.1894).



    1. irmão leitor

      Na quarta linha, o correto é “Deus FEZ os homens Seus mordomos…”



  9. Assis Fernandes

    SÓ FALTOU EXPLICAR POR QUE DEUS ESTÁ USANDO SUA CRIAÇÃO OS HUMANOS PARA TAL BATALHA.
    EM MINHA MENTE EXISTE A FÉ EM UM SER SUPREMO DEUS, SÓ QUE PREFIRO TRANSCENDE-LO.



    1. Assis Fernandes

      NÃO QUERO AQUI SER MAU INTERPRETADO, SOU A FAVOR DA PAZ E DO AMOR. DO BEM E DO MAL QUE TENHO DENTRO DE MIM, PREVALECE O BEM. NÃO ESTOU QUESTIONANDO A SABEDORIA DE DEUS NEM TÃO POUCO DUVIDO DE SUA DIVINDADE, APESAR DAS INJUSTIÇAS, VIOLÊNCIA E TUDO MAIS TENHO UMA BELA ESPOSA E DUAS LINDAS FILHAS E SOU FELIZ.



    2. batistone

      Mitos e lendas montadas……Deus seria mau se usasse seus filhos para uma luta com um suposto ser inferior como satanas.



  10. irmão leitor

    Deus disse: “Não coma, porque, se comer, é certo que morrerás”.

    Deus não disse: “Eu matarei”.

    O sofrimento é uma das consequências do pecado. É fruto do pecado. É resultado do pecado, até que chegue finalmente a morte. Por isso Paulo melhor se expressou: “Porque o salário do pecado é a morte”.

    Não há associação entre Deus e o pecado e suas consequências.

    Existe sofrimento porque o homem caiu na lábia do inimigo. Mas na Palavra de Deus está escrito que, por intervenção Divina, em breve não haverá mais dor, choro, sofrimento, morte.



    1. Jose Alves Gonçalves

      O pecado e o sofrimento entraram no mundo com o homem. Logo, não é correto afirmar que o pecado é o causador do sofrimento ou que o sofrimento é consequência do pecado. Se o homem justo não sofresse, poderia eu até concordar que o sofrimento estaria relacionado com o pecado. Mas, tanto o justo quanto o injusto passam por sofrimento. O autor do livro de Jó até que tenta criar uma teologia do sofrimento, mas não consegue. O sofrimento é e continua sendo um mistério. Um mistério que vai se arrastar até a ressurreição do justo. Aí, sim, vamos entender direitinho o grande mistério do sofrimento. Até lá, se formos alcançados pela misericórdia de Deus.
      Afetuoso abraço.



  11. Carlos

    Quando Jesus Cristo veio na Terra a natureza dele era, humana e divina ou só humana?